Planeamento Antecipado dos Documentos de Viagem
Com as férias de verão de 2026 à porta, a preparação atempada assume um papel crucial na garantia do bem-estar das famílias. Num alerta emitido a 22 de junho de 2026, a DECO PROteste recorda que a renovação de passaportes não deve ser deixada para a última hora. Os constrangimentos típicos desta época e o aumento dos tempos de espera nos serviços públicos podem comprometer as viagens, pelo que o planeamento prévio é a melhor ferramenta para evitar custos expressos e frustrações escusadas.
Novos Direitos dos Passageiros Aéreos
No setor da aviação, as novas diretrizes em discussão no espaço europeu reforçam a proteção dos consumidores. As indemnizações por atraso ou cancelamento de voos mantêm-se entre os 250 e os 600 euros, mas as novas regras estipulam maior transparência na cobrança de bagagem de mão e impedem que os passageiros sejam penalizados por falta de comparência num dos trajetos. Para quem viaja com necessidades especiais, assegura-se ainda o direito ao acompanhamento sem custos acrescidos.
Segurança nos Pagamentos e Gestão de Seguros
A gestão financeira durante a estadia fora do país também exige ponderação. A utilização de cartões de débito ou crédito é aconselhada por motivos de segurança, devendo os utilizadores informar previamente os seus bancos para prevenir bloqueios automáticos por suspeita de fraude. No que diz respeito aos seguros de viagem, a associação de defesa do consumidor aconselha a verificar se as apólices existentes, como as associadas a cartões de crédito ou seguros de saúde, já cobrem as necessidades básicas, evitando-se assim despesas desnecessárias.
Garantias no Alojamento e Reclamações
Caso se depare com uma situação de sobrelotação no hotel contratado, saiba que a entidade hoteleira tem a obrigação de providenciar um alojamento alternativo de categoria equivalente e assumir eventuais custos adicionais de transporte. Caso estes direitos não sejam assegurados, os cidadãos devem recorrer ao Livro de Reclamações, físico ou digital, ou submeter queixa junto das entidades competentes, como a ASAE e o Turismo de Portugal, para salvaguardar os seus direitos de consumidor.
