A Marina de Cascais vai receber, entre os dias 18 e 28 de Junho de 2026, o Festival Art Explora.
Serão assim 10 dias recheados de oficinas, conversas, performances, concertos e cinemas, explorando mobilidade cultural e mediterrânicas com experiências artísticas partilhadas.
Na sua primeira “etapa” em 2026, o Festival atraiu cerca de 47000 visitantes em Barcelona (Espanha) e espera agora conseguir os mesmos números.
Esta iniciativa é cofinanciada pela União Europeia, através do programa Europa Criativa, que apoia projetos culturais inovadores que promovem a cooperação, a mobilidade artística e novas formas de envolvimento do público em toda a Europa.
Desenvolvido pela Culturgest, o Festival apresenta experiências imersivas a bordo e uma seleção de eventos ao vivo.
Segundo os organizadores, o Festival Art Explora é “um evento cultural itinerante que navega pelo Mediterrâneo a bordo do primeiro barco-museu do Mundo; a sua ambição é agir como ativador de uma rota mediterrânica onde as novas mercadorias trocadas são as experiências artísticas.
O barco-museu foi concebido pelos arquitetos Axel de Beaufort e Guilaume Verdier e é um catamarã à vela com 47 metros de comprimento, e que pode receber cerca de 2000 visitantes por dia.
No convés superior, os visitantes vivem uma experiência sonora imersiva criada pelo INCAM, o Instituto de Investigação e Coordenação em Acústica/Música do Centro Pompidou, em Paris (França). A instalação sonora produz sons do Mediterrâneo, composto por ambientes naturais, urbanos e culturais registados em toda a região, convidando o público a escutar o mar como um espaço partilhado de histórias e vozes.
No interior do barco, o público pode viver uma experiência de realidade virtual, desenvolvida pela Ubisoft, transportando-o numa viagem no tempo pelas antigas cidades de Alexandria, Atenas e Veneza,
Em conjunto, estas experiências convidam visitantes de todas as idades a explorar as culturas do Mediterrâneo através do som, do espaço e da imaginação.
O programa do Festival, que vai ser anunciado em breve, ficará a cargo de Filipa Oliveira, curadora e crítica de arte em Lisboa, e Raquel Ribeiro dos Santos, programadora de Participação da Culturgest, que terá a missão de ligar as cenas artísticas portuguesas a dinâmicas mais amplas do Mediterrâneo e da Europa.







