Cabaz de 63 produtos monitorizado pela DECO PROteste aumentou 72 cêntimos numa semana. Desde o início do ano, o custo subiu 14,15 euros.
O preço do cabaz de produtos alimentares essenciais voltou a subir, pela terceira semana consecutiva, atingindo os 255,97 euros esta semana, segundo a análise semanal da DECO PROteste.
O valor representa um aumento de 72 cêntimos face à semana anterior. Desde o início de 2026, comprar os mesmos 63 produtos passou a custar mais 14,15 euros, uma subida de 5,85%.
A diferença é ainda mais significativa quando comparada com os preços registados no início da análise da DECO PROteste. Em janeiro de 2022, o mesmo cabaz custava menos 68,27 euros, o equivalente a uma diferença de 36,37%.
Tomate, pão e atum entre os produtos que mais subiram
Entre 9 e 12 de setembro, o maior aumento percentual foi registado pelo tomate chucha, cujo preço subiu 18%, para 2,68 euros por quilograma.
Seguiu-se o pão de forma sem côdea, com uma subida de 11%, para 2,61 euros, e o atum em posta em óleo vegetal, que aumentou 9%, passando a custar 1,61 euros.
Na comparação com o mesmo período de 2025, destacam-se outras subidas expressivas. O carapau aumentou 30%, para 5,82 euros por quilograma, enquanto o bacalhau graúdo subiu 29%, para 20,06 euros por quilograma. O robalo registou uma subida de 27%, atingindo 10,35 euros por quilograma.
Novilho, bacalhau e couve-coração com maiores aumentos desde 2022
Desde que a DECO PROteste iniciou esta monitorização, em 5 de janeiro de 2022, alguns produtos registaram aumentos muito superiores à evolução global do cabaz.
A maior subida percentual pertence à carne de novilho para cozer, cujo preço aumentou 117%, para 12,62 euros por quilograma.
Seguem-se o bacalhau graúdo, com uma subida de 89%, para 20,06 euros por quilograma, e a couve-coração, também com um aumento de 89%, para 1,87 euros.
A DECO PROteste disponibiliza ainda uma ferramenta que permite aos consumidores comparar preços e simular o custo das compras em diferentes supermercados online.







